Após dobrar o tamanho, Netflix afirma que Brasil é um foguete

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Desde que foi lançada no Brasil em 2011, a Netflix cresce em ritmo acelerado que assusta até os executivos estrangeiros da empresa. No último ano, a clientela brasileira dobrou e houve um salto de três para seis milhões e o país hoje é ” a menina dos olhos” do CEO Reed Hastings, ao lado de Canadá e Reino Unido.
Em um evento voltado para a imprensa brasileira, Hastings afirmou que:  “Eu falo para os nossos acionistas que o Brasil é um ‘foguete’, o crescimento daqui impressiona e queremos aumentar nossos investimentos em conteúdo local”.

Após dobrar o tamanho, Netflix afirma que Brasil é um foguete

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Após dobrar o tamanho, Netflix afirma que Brasil é um foguete

Apesar de não divulgar os números, o serviço afirma que tem cerca de 40 milhões de assinantes fora dos EUA. Alguns estudos, baseados em streamings e logins, a plataforma ultrapassou a casa de seis milhões de assinantes. Caso fosse uma operadora de TV, seria a segunda maior do país, atrás apenas da Net.

A intenção então é justamente investir e expandir as produções no país. Recentemente, o serviço anunciou a produção da comédia nacional chamada Samantha!.  A série vai contar a história de uma ex-atriz mirim que não conseguiu manter o sucesso e, aos 20 anos, enfrenta uma situação difícil _que fica ainda pior por se casar com um ex-jogador de futebol que passou dez anos na cadeia.

“Eu acho que esse é o tipo de série que não vai agradar apenas ao público local, mas que vai divulgar a cultura brasileira por todo o mundo”, propagandeia o executivo. A série, ainda sem elenco definido, será uma produção da Losbragas, empresa da atriz Alice Braga, do diretor Felipe Braga e da produtora Rita Moraes.

Mas esse não é o único projeto em andamento no país, além da produção da segunda temporada de 3%, ainda estão em desenvolvimento: O Matador ( Filme), Operação Lava jato (Criada por José Padilha (Narcos)), Stand-up comedy com Felipe Neto e Marco Luque, e também, o reality show de competição Ultimate Beastmaster, que estreia no dia 24, reúne competidores de seis nações _e o Brasil é o único representante da América Latina. Para ficar ainda mais “nacional”, a apresentação da versão local ficará a cargo de Rafinha Bastos e Anderson Silva.


O CEO tratou de falar da série polêmica sobre a Operação:

“Sei que a equipe já está trabalhando em Lava Jato, escrevendo, desenvolvendo. É um assunto importante, muito atual e, como vem do Padilha, já posso prever que vai ser polêmico. Mas não queremos uma abordagem jornalística nem tomar um lado nisso tudo, vamos contar uma história real pelo lado humano”, adianta Hastings.

O CEO não demonstra preocupação com a possibilidade de a operação policial ser brasileira demais para fazer sucesso no resto do mundo. “Outros países já passaram por coisas parecidas, tenho certeza de que poderão se identificar”, minimiza.

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